Centro de referência possui cabine de desinfecção e usina de oxigênio

Secom-PMP

Proporcionando maior segurança aos funcionários e pacientes do Hospital de Campanha – Centro de Referência Covid-19 de Penápolis, a Prefeitura de Penápolis adquiriu uma Cabine de Desinfecção que é utilizada por todos os profissionais que atuam no hospital, sendo médicos, enfermeiros e equipe da limpeza. Sendo assim, todo funcionário do hospital de campanha passa pela cabine de desinfecção antes de entrar e antes de sair do local.

Uma outra cabine de desinfecção também está instalada junto ao Pronto Socorro da cidade, com o mesmo objetivo de descontaminação dos profissionais.

Além da cabine de desinfecção, a Hospital de Campanha também possui uma usina de oxigênio, capaz de produzir oxigênio para abastecer os leitos do hospital.

Cabine

O profissional entra na cabine e percorre seu interior por aproximadamente 8,5 segundos, que é a duração média de passagem. Durante o percurso, é feita pulverização com Peroxide P50 diluído (produto registrado na Anvisa – Ministério da Saúde). Além disso, também há um dispenser com álcool em gel para o profissional higienizar as mãos dentro da cabine.

De acordo com avaliação microbiológica, após passagem pela cabine de desinfecção, registrou-se uma diminuição significativa de 85% em geral dos germes e bactérias nas roupas das pessoas e 99% de eficácia na desinfecção das mãos com a utilização do álcool em gel no interior da cabine durante a passagem. 

“Todo esse processo é necessário para que o profissional não leve contaminação para o interior do hospital de campanha e nem para sua residência ao final do expediente de trabalho”, ressaltou o secretário de Saúde, Wilson Carlos Braz.

Cada cabine de desinfecção foi adquirida por R$13.500, pela Secretaria Municipal da Saúde, utilizando recursos repassados pelos governos estadual e federal especificamente para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Oxigênio

O Hospital de Campanha também é dotado de uma Usina de Oxigênio com gerador e tubos de armazenamento, que produz e envia oxigênio para dentro da rede do hospital. Dessa forma, o hospital estará sempre abastecido desse item que é extremamente necessário para o tratamento da Covid-19, especialmente para os leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Além da usina de oxigênio, o hospital conta ainda com seis torpedos (cilindros de oxigênio) reservas que estão ligados na rede e serão acionados imediatamente em caso de pane na usina.

“Tudo isso é medida de segurança que adotamos para o bom funcionamento do hospital e atendimento dos pacientes acometidos pelo coronavírus”, comentou o secretário Braz.

A Usina de Oxigênio foi instalada por meio de comodato no valor de R$7 mil por mês, pelo tempo que for necessário. Segundo informou o secretário de Saúde, essa instalação gerou uma economia de R$8 mil por mês ao hospital.

“A empresa que faria o fornecimento do oxigênio cobraria R$15 mil por mês, num contrato com prazo mínimo de um ano. Dessa forma a usina foi a solução mais segura, viável e econômica para o hospital”, concluiu.

Fonte: Secom – PMP